VideoBar, Lima e Silva 449
CurtaVideo, Bento Gonçalves 619
 

*Por: Anamaria Légori


O filme Coco antes de Chanel conta a história de Gabrielle (aka Coco) Chanel, antes de se tornar um ícone mundial da moda.

De uma maneira discreta, o filme procura mostrar o estilo de vestir particular de Coco Chanel e a estranheza que ela causava diante da sociedade.

Ela viveu quase toda a sua infância em um orfanato e já nessa parte do filme a moda faz parte do contexto. Nos anos 20, as cores fortes e vibrantes eram usadas por pessoas ricas, portanto as meninas ricas do orfanato usavam vermelho, enquanto as demais usavam preto.

Coco fazia chapéus, mas estava insatisfeita com as vestimentas e os comportamentos da época. Coco usava roupas com cortes retos, um estilo que ao momento era só masculino. Optava sempre pelos tons neutros e pastéis, além de usar camisas e calças. Muitas cenas do filme mostram o quanto essas roupas eram práticas e confortáveis, em comparação com os vestidos mega volumosos e as plumas usadas pelas mulheres da época.



Em uma cena na praia, mostra a inspiração dela nas roupas listradas de branco, vermelho e azul dos marinheiros e, que se torna, mais tarde, o que chamamos hoje de estilo navy – elegante e tradicional – que sempre aparece no meio das coleções (cruise collections).



Nem mesmo quando ela pode escolher o seu primeiro vestido de festa ela foge do seu estilo. Enquanto as demais mulheres fazem parte da silhueta em V invertido e usam cores claras, Coco escolhe um vestido preto, com linhas retas, mais funcional, mas não menos sensual.



Coco não era perfeita ao “código” da moda do momento. Ela trouxe um novo “código”, projetou ela mesma nas roupas, de uma forma muito livre. Mostrou sua parte comunicativa de si mesma através do que realmente era e isso não é uma coisa fácil, por isso que hoje podemos contar com a ajuda de profissionais chamados consultores de imagem.

Nova aparência, novo estilo, novo comportamento. Mais tarde, é rica, independente e não casa por opção. Traz um novo arquétipo feminino, uma espécie de Carrie Bradshaw (Sex and the City) dos anos 20.



Coco Chanel entendeu que as pessoas queriam comprar um sentido e não roupas. Esse sentido era o novo, o que ainda está frio.

Coco Chanel era cool.

*Anamaria Légori é publicitária e trabalhou por vários anos nas áreas de criação e design gráfico. Dando uma pausa às “causas publicitárias”, lançou a marca Legori Bolsas, sendo a responsável pela criação dos modelos e escolha dos tecidos. Hoje faz pós-graduação em Moda na Università di Bologna, na Itália. Na área da moda, tem focado seu trabalho em consultoria e pesquisa de tendências.

Saiba mais em: http://fashionzzz.com/
Igor Pereira

Pior do que a rima pobre do título é o filme de Aluizio Abranches. Do Começo ao Fim é (imaginem a ‘criativa’ piada) do começo ao fim constragedor. A obra conta a história de dois irmãos de mesma mãe e pais diferentes que, de tão íntimos, acabam investido suas vidas em uma relação incestuosa.


Prato cheio de controvérsias para uma grande história, não? Não foi o caso. O filme é tão brocha quanto os ticos dos irmãos que se tocam numa “luta de espadas” – sim, tem essa cena! Não há conflito, não há briga. A família dos rapazes, saída direto de uma propaganda de margarina ou comercial do Zaffari, aceita e apóia a relação. Na rua, um Rio de Janeiro de Olímpiada, limpo, civilizado, os rapazes não são discretos e não sofrem preconceito. E isso não suscita qualquer discussão mais importante sobre a homessexualidade. Só se percebe o homossexualismo.


E a crítica não leva em conta o retrato, mesmo que inverossímil, da homossexualidade. Apenas o mau cinema. Quer ver um bom filme sobre gays? Procure pelo curta Café com Leite no YouTube.


São cerca de dois milhões de Reais e o esforço de vários atores, como Júlia Lemmertz e o péssimo Fábio Assunção, empregados em uma peça para satisfazer o ego de Abranches, que claramente quis mostrar que homossexuais podem nascer de famlias perfeitas – o que é uma distorção, eles, em geral, nascem em famílias normais. Há também cenas de sexo gratuitas e todos os clichês héteros traduzidos para o mundo gay. Tudo permeado pela pior jornada de André Abujamra nas trilhas sonoras. No final, o diretor dedica a bizarra realização aos pais (vergonha alheia). Um filme para nunca ser visto!


Ficha Técnica:
Gênero: Drama
Duração: 90 min.
Origem: Brasil
Estréia 27 de Novembro de 2009
Direção: Aluizio Abranches
Roteiro: Aluizio Abranches
Produção: Downtown Filmes
Censura: 18 anos
Ano: 2009
Igor Pereira

A “World Magnetic Tour” passa pela capital em janeiro, no dia 28. A última vez que a banda esteve no país foi em 1999, quando divulgava o álbum Garage Inc. Época em que a cover do Thin Lizzi Whiskey in the Jar castigava tímpanos pelas FMs pops. Em porto Alegre o show foi sonolento. Menos para os fãs incondicionais.

Depois de anos experimentando novas texturas dentro do rock pesado, com o dico mais recente, Death Magnetic, o METALLICA voltou ao “metaaaal”. Vai ser uma chance de ver a banda revigorada.

*na edição de fim de ano da MASSHUP, vamos fazer uma matéria com fãs do Metallica

Serviço

O show será realizado no Zequinha’s Stadium e o ingressos estarão disponíveis a partir do dia 03 de dezembro no site www.ticketmaster.com.br e pelo call center 4003-8282. A bilheteria oficial é a Loja Multisom, na rua dos Andradas, 1.001. Também há pré-venda, que acontece de 26 de novembro a 2 de dezembro.

Estádio Zequinha – Av. Assis Brasil, 1200

Capacidade: 27 mil pessoas

Horário: 21h30

Ingressos: R$ 120,00 (pista e arquibancada, 1º lote), R$ 140,00 (pista e arquibancada, 2º lote), R$ 250,00 (pista VIP) e R$ 160,00 (cadeiras)

Vendas online: www.ticketmaster.com.br

Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 12 anos; 12 anos a 15 anos: permitida a entrada (acompanhados dos pais ou responsáveis legais); a partir de 16 anos: permitida a entrada (desacompanhados)

Francisco Cadaval

capa dvd

Wander Wildner está lançando “Aventuras de um Punkbrega”, seu primeiro DVD. O trabalho é um apanhado da carreira solo do ex-vocalista dos Replicantes e traz 14 faixas, realizadas entre 1990 e 2008, que mesclam apresentações ao vivo em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, além de videoclipes da carreira solo.


O novo trabalho sai pelo selo Fora da Lei com distribuição nacional da Unimar Music.


Agora é comprar o DVD, colocar uma camiseta escrita eu te amo e curtir as faixas:


01. La Playa – Circo Voador, Rio de Janeiro/1996
02. Um Lugar du Caralho – videoclipe, São Paulo/1997
03. Rodando El Mundo – show com Orquestra de Câmara da Ulbra, Porto Alegre/2008
04. Empregada – videoclipe, São Paulo/1996
05. Hippie-Punk-Rajneesh – videoclipe, Porto Alegre/2004
06. No Ritmo da Vida – MTV Bandas Gaúchas, São Paulo/2005
07. Eu Não Consigo Ser Alegre o Tempo Inteiro – videoclipe, Porto Alegre/2004
08. Quase um Alcoólatra – videoclipe, Porto Alegre/2002
09. Eu Tenho uma Camiseta Escrita Eu Te Amo – videoclipe, São Paulo/2007
10. Candy – Opinião, Porto Alegre/2004
11. Jesus Voltara! – videoclipe, Porto Alegre/1990
12. Maverikão – Ballroom, Rio de Janeiro/1998
13. On The Road – videoclipe, Porto Alegre/1994
14. Bebendo Vinho – videoclipe, Porto Alegre/1995

Francisco Cadaval

ultramen

ultramen

No próximo dia 30 ocorrerá no Bar Ocidente apresentação única da ULTRAMEN. A banda, que está parada por tempo indeterminado, fará esta apresentação para matar a saudade de seu público. É uma oportunidade única e exclusiva de ver uma das melhores bandas gaúchas ao vivo.

Onde: Bar Ocidente (R. João Telles, esq. Osvaldo Aranha)
Dia: 30 de novembro (segunda) às 22 horas
Ingressos Antecipados: R$20,00 – os primeiros 150 ingressos na Lancheria do Parque (Osvaldo Aranha, 1086 – F: 3311-8321) Depois:R$30,00.